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domingo, 26 de junho de 2011





DE UM AMOR PLENO

O meu amor! Ah, querida! O nosso amor!
Toda a paixão e o desejo que está em ti,
Todos os meus sentimentos, todo o furor,
A sentir o calor do teu corpo, compreendi!

Ah, querida! Nesta vida, qual nosso amor,
Numa outra paixão, belo assim, nunca vi...
Nos meus plenos desatinos, e sem pudor,
Tu foste o delírio mais quente que senti!

Outro sentimento tão puro não há de ter
Neste meu louco coração, no teu viver
Que exceda as loucuras entre tu e mim...

Sonhara como foi, querida, entre a gente...
E os nossos anseios fizeram-se contente
Para que este nosso amor não tenha fim.

(Poeta Dolandmay)

*© Direitos Autorais Reservados*
Violá-los é Crime! Art. 184









Estive tão parado aqui,
Como quem está numa estação a esperar!
Como que apenas aguarda o próximo trem!
Um cigarro nos dedos,
Uma canção na cabeça,
E um sonho nos olhos....
Estive tão parado aqui,
Os pensamentos estão nas malas,
Únicas bagagens de quem quer chegar,
O sorriso esperançoso e o vento no rosto!
E as pessoas passam e nem sabem,
Que eu estou aqui a te esperar!
São rostos desconhecidos,
Passos apressados,
E nenhuma dessas pessoas sequer desconfia,
Que eu estou aqui a te esperar!
Como quem está numa estação....

Luiz wood



ATÉ O AMANHECER

Canto os sonhos mágicos
na penumbra do entardecer
volto o tempo às lembranças
em que sonhar...
era a alegria de viver.

Os caminhos percorridos
cheios de encanto e beleza,
o amanhã era distante
não podia me entristecer.

Voava como pássaro
transformava a realidade,
abria o peito e cantava
ao vento brando, sem arrefecer.

Abraçava a lua e,
voava sôbre os cumes
que vertiam as gotas
dos rastros de orvalho.

Rodopiava num redemoinho,
e encantada piscava a estrêla
sorrindo e me iluminando dizia:
-sonhe, até o amanhecer.

AMARILIS PAZINI AIRES





















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